O TROTE
O TROTE
RESENHA
Olá meus caros leitores, hoje o dia está frio e perfeito para ler uma resenha muito mal escrita, então creio que vocês estão ansiosos para mais uma postagem nesse blog esquecido por Deus.
Hoje o filme que tenho o prazer de comentar é “Goat: A Memoir”, ou para os mais íntimos, “O Trote”, já eu, com a minha imensa sabedora e mediocridade nomearia essa obra de “O pior filme que eu já assisti”, estreando ninguém mais, ninguém menos que Nick Jonas!
Sendo bem sincera, o filme é um lixo, mas mesmo assim eu tentei ver a crítica por trás das cenas que pareciam ter sido tiradas de algum pornô gay barato, e acreditem em mim, não estou exagerando.
Após rachar a cuca, e ver muitos vídeos explicativos do Rolandinho para tentar achar algum significado extravagante, enfim entendi o que diabos estava acontecendo naquele longa, mas antes me vejo na obrigação de explicar um pouco da constituição da obra para vocês.
“Após um terrível ataque contra si e de se recuperar das sequelas deixadas, Brad, um jovem de 19 anos, se matricula na faculdade junto com o seu irmão. Os dois acabam entrando na mesma fraternidade, porém o que acontece lá em nome da lealdade entre os integrantes testa os dois irmãos e seu relacionamento de maneiras brutais.”
Sim, vadias, é isso, e então vocês perguntam “Por que diabos você perdeu 1h e 36 minutos da sua vida vendo isso?”, a resposta é simples, eu não sei. Talvez tenha sido pela carinha fofa do Nick Jonas me falando “venha, assista ao meu filme”, ou que era 15 horas de um sábado triste, mas, no fundo, julgo que foi a junção de todos esses fatores. Mas agora falando sério, ou tentando, a premissa do filme é interessante, mas peca muito em todos os sentidos, o que era para ser uma crítica a um sistema de trotes com raízes machistas e patriarcais, acaba se tornando um amontoado de homens brancos fazendo merda, e muita, repito, MUITA violência gratuita e dispersa, metade do filme é o protagonista apanhando e chorando.
Não posso julgar a atuação dos atores, já que eles se empenharam muito nos papéis, e conseguiram passar bem os sentimentos propostos, principalmente a atuação do Nick Jonas me surpreendeu, ele conseguiu passar muito bem as nuances da dualidade da personalidade de seu personagem, que uma hora estava preocupado com seu irmão, e em outras tinha que ser fiel a sua fraternidade.
Num geral, o filme é muito fraco, horroroso, péssimo, e uma perda de tempo total, era melhor eu ter visto o filme do Pelé, mas, em contrapartida, a crítica que o diretor quis passar é válida e merece um espaço para discussão. O que pode ser aprendido com o filme é que o mundo é dos homens brancos e definitivamente eles não sabem o que fazer com isso, mas, infelizmente, isso é algo que nós já sabemos faz um tempo.
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Bah, ia assistir o filme mas sua review mudou minha ideia, obg Iza
ResponderExcluirÓtima decisão caro leitor, saiba que eu só recomendo esse filme para masoquistas e pessoas que já desistiram da vida. É um ótimo objeto de tortura!
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